Varizes nas Pernas: o que são, causas, sintomas e tratamentos

Com mais de trinta anos atendendo pacientes com doenças vasculares em São Paulo, as varizes são, de longe, o problema que mais vejo no consultório. E também o mais subestimado. “São só estéticas”, ouço com frequência. “Minha mãe tinha e nunca tratou.” Mas o que a maioria das pessoas não sabe é que as varizes são a ponta visível de uma doença venosa crônica que, sem tratamento, progride — e pode levar a complicações sérias como trombose, úlceras e infecções de repetição.

Este artigo explica tudo o que você precisa saber sobre varizes nas pernas: o que são, por que aparecem, como identificar os sintomas, quais são os tratamentos disponíveis e quando consultar um especialista.


O que são varizes?

Varizes são veias dilatadas, alongadas e tortuosas que perderam a capacidade de conduzir o sangue de forma eficiente de volta ao coração. Elas se formam quando as válvulas internas das veias — pequenas estruturas em forma de “comporta” que impedem o sangue de descer — enfraquecem ou param de funcionar corretamente.

Quando uma válvula falha, o sangue que deveria subir começa a refluxar — descer de volta pela gravidade. Esse refluxo aumenta a pressão dentro da veia, que progressivamente se dilata, perde a forma cilíndrica e adquire o aspecto tortuoso característico das varizes.

Tecnicamente, o termo correto é insuficiência venosa crônica — e as varizes visíveis são a sua manifestação mais conhecida. Mas a doença começa muito antes das varizes aparecerem na pele, e pode progredir muito além delas.

varizes

Varizes, vasinhos e telangiectasias — qual a diferença?

Muita gente confunde os diferentes tipos de veias alteradas. A distinção é importante porque o tratamento varia:

TipoDiâmetroAparênciaTratamento principal
Telangiectasias (“vasinhos”)< 1 mmFios vermelhos ou roxo-arroxeados, ramificados, muito superficiaisEscleroterapia líquida ou laser
Veias reticulares1–3 mmVeias azul-esverdeadas, visíveis sob a pele, sem protuberânciaEscleroterapia com espuma ou líquida
Varizes> 3 mmVeias salientes, tortuosas, azuladas ou esverdeadas, proeminentesEscleroterapia com espuma, laser endovenoso, radiofrequência ou cirurgia

Na prática clínica, muitos pacientes têm os três tipos simultaneamente. O Doppler venoso é o exame que determina a origem e a extensão do problema — sem ele, tratar apenas o que aparece na superfície sem corrigir a causa é o caminho mais curto para recidiva.


Causas das varizes nas pernas

As varizes têm origem multifatorial — raramente existe uma única causa isolada. Na grande maioria dos casos, é uma combinação de predisposição genética com fatores de risco que se acumulam ao longo da vida.

Predisposição genética

É o principal fator. Se um dos pais tem varizes, o risco do filho desenvolver a doença é de aproximadamente 40%. Se ambos os pais têm, o risco sobe para 80–90%. A hereditariedade determina a qualidade do tecido conjuntivo das paredes venosas e a resistência das válvulas ao longo do tempo.

Sexo feminino e hormônios

As varizes são significativamente mais frequentes em mulheres — estudos indicam prevalência de 2 a 3 vezes maior que nos homens. Os hormônios femininos, especialmente o progesterona e o estrogênio, relaxam as paredes venosas e reduzem o tônus vascular. Por isso, as varizes tendem a aparecer ou piorar em períodos hormonais específicos: início da puberdade, uso de anticoncepcionais, gravidez e menopausa.

Gravidez

A gravidez é um dos principais gatilhos para o surgimento ou agravamento de varizes por múltiplos mecanismos simultâneos: o útero em crescimento comprime as veias da pelve dificultando o retorno venoso das pernas; o volume sanguíneo aumenta em cerca de 40%; os hormônios da gravidez relaxam as paredes venosas; e o peso adicional aumenta a pressão nos membros inferiores. O risco aumenta com cada gestação.

Longos períodos em pé ou sentado

Profissões que exigem muitas horas em pé (professores, cozinheiros, cirurgiões, profissionais de saúde) ou longos períodos sentado (motoristas, analistas, executivos) sobrecarregam as veias das pernas. Sem o movimento da musculatura da panturrilha — que funciona como uma bomba auxiliar ao coração — o sangue se acumula nas veias e a pressão aumenta progressivamente.

Outros fatores de risco


Sintomas das varizes — além do que aparece na pele

Um equívoco muito comum é acreditar que varizes são apenas um problema estético — e que se não incomodam visualmente, não precisam de atenção. Na realidade, a maioria dos sintomas das varizes é funcional, e muitos pacientes os atribuem a cansaço, à correria do dia a dia ou ao envelhecimento, sem perceber que têm origem venosa.

Sintomas mais frequentes

É importante notar que a intensidade dos sintomas nem sempre é proporcional ao tamanho das varizes. Às vezes vasinhos muito pequenos causam dor intensa, enquanto varizes volumosas podem ser praticamente assintomáticas por anos. Por isso, o exame clínico e o Doppler venoso são indispensáveis — a aparência externa não conta tudo.

Classificação CEAP — como os médicos estadiam as varizes

A classificação CEAP (Clínica, Etiológica, Anatômica e Patofisiológica) é o sistema internacional usado por cirurgiões vasculares para estadiar a insuficiência venosa crônica. Do ponto de vista clínico — o “C” da CEAP — existem 7 graus:

Grau CEAPO que apareceO que o paciente sente
C0Nenhuma alteração visível ou palpávelSintomas funcionais sem sinais visíveis
C1Telangiectasias e veias reticulares (vasinhos)Geralmente assintomático ou leve
C2Varizes visíveis ≥ 3 mmPeso, cansaço, câimbras, ardência
C3Varizes + edema (inchaço)Inchaço progressivo, especialmente ao final do dia
C4Alterações de pele: dermatite ocre, lipodermatoesclerose, eczemaCoceira intensa, pele escurecida, endurecida
C5Úlcera venosa cicatrizadaFerida que fechou mas pode reabrir
C6Úlcera venosa ativaFerida aberta, crônica, de difícil cicatrização

Na prática, a maioria dos pacientes que chegam ao consultório está nos graus C2 e C3 — com varizes visíveis e algum grau de inchaço. Tratar nessa fase é muito mais eficiente e evita a progressão para os graus C4, C5 e C6, que são significativamente mais complexos e de menor reversibilidade.


Complicações das varizes não tratadas

As varizes não são apenas um incômodo estético. Sem tratamento, a insuficiência venosa progressiva pode levar a complicações sérias — algumas delas urgentes.

Tromboflebite superficial (flebite)

A flebite é a inflamação com coagulação dentro de uma veia varicosa superficial. Causa dor intensa, endurecimento e vermelhidão ao longo da veia afetada. Embora geralmente não seja emergência, exige avaliação médica para afastar extensão para o sistema venoso profundo — o que poderia configurar trombose venosa profunda.

Trombose venosa profunda (TVP)

A insuficiência venosa crônica avançada aumenta o risco de trombose venosa profunda — coágulo nas veias profundas das pernas. A TVP é uma emergência vascular: o coágulo pode se deslocar e atingir os pulmões (embolia pulmonar), potencialmente fatal.

Dermatite ocre e lipodermatoesclerose

A hipertensão venosa crônica causa extravasamento de glóbulos vermelhos para a pele, que se decompõem e deixam um pigmento ferrugem — a dermatite ocre. Com o tempo, o tecido se fibrótica (lipodermatoesclerose), tornando a pele endurecida, escura e extremamente frágil.

Úlcera venosa

A complicação mais grave da insuficiência venosa não tratada. A pele fibrótica e com microcirculação comprometida não cicatriza um trauma simples — e qualquer lesão pequena pode evoluir para uma ferida crônica de difícil fechamento. As úlceras venosas respondem por mais de 70% de todas as úlceras de membros inferiores e são responsáveis por enorme impacto na qualidade de vida.

Sangramento varicoso

Varizes muito superficiais, com pele muito fina sobre elas, podem romper espontaneamente ou após trauma mínimo e causar sangramento. Em veias de grande calibre, o volume de sangue perdido pode ser significativo. Nesse caso, elevar a perna e comprimir o local com firmeza é a conduta imediata — e a avaliação vascular subsequente é obrigatória.


Diagnóstico das varizes — além do que o olho vê

O diagnóstico das varizes começa no exame clínico — inspeção e palpação das veias em posição ortostática (em pé), avaliação da pele, pesquisa de edema, histórico familiar e de fatores de risco. Mas o exame que completa e orienta o tratamento é o ultrassom com Doppler venoso dos membros inferiores.

O Doppler mapeia todo o sistema venoso — superficial e profundo — identifica quais válvulas estão incompetentes, mede o refluxo e determina exatamente quais veias são a causa do problema. Essa informação é essencial para planejar o tratamento mais eficaz: sem ela, tratar varizes é como apagar fumaça sem desligar o fogo.


Tratamentos para varizes nas pernas

As opções de tratamento para varizes avançaram enormemente nas últimas décadas. Hoje é possível tratar a grande maioria dos casos com procedimentos minimamente invasivos, ambulatoriais, sem internação e com retorno rápido às atividades normais. A escolha do tratamento depende do grau da doença, do Doppler, das condições clínicas do paciente e da experiência do cirurgião vascular.

1. Terapia de compressão

As meias de compressão gradiente são a base do tratamento conservador da insuficiência venosa. Elas reduzem a pressão nas veias superficiais, melhoram o retorno venoso e aliviam os sintomas — peso, cansaço, inchaço e dor. Não eliminam as varizes já formadas, mas controlam a progressão da doença e são parte essencial do pré e pós-operatório de qualquer procedimento. A pressão correta (geralmente 20-30 mmHg para varizes C2-C3) deve ser prescrita pelo médico.

2. Escleroterapia

A escleroterapia consiste na injeção de uma substância esclerosante diretamente dentro da veia doente, provocando inflamação e oclusão progressiva do vaso. A veia tratada é absorvida pelo organismo ao longo de semanas a meses. Pode ser feita com substância líquida (para telangiectasias e veias reticulares) ou com espuma (para varizes de médio e grande calibre). É um procedimento ambulatorial, realizado no consultório, sem anestesia geral e com retorno rápido às atividades.

3. Laser endovenoso (EVLA) e radiofrequência (RFA)

São técnicas de ablação térmica endovenosa — o tratamento padrão-ouro atual para varizes do tronco das veias safenas (as principais veias superficiais das pernas). Uma fibra de laser ou um cateter de radiofrequência é introduzida dentro da veia incompetente sob guia de Doppler. A energia térmica destrói a parede da veia internamente, que se fecha e é reabsorvida. Não há cortes — apenas uma punção com agulha. Realizado com anestesia local tumescente, ambulatório, com retorno rápido. Mínimo desconforto e excelentes resultados estéticos e funcionais.

4. Flebectomia a minúsculas incisões (microcirugia)

Pequenas varizes tributárias que não respondem à escleroterapia ou ao laser podem ser removidas por flebectomia ambulatória — pequenas incisões de 1–2 mm através das quais os fragmentos varicosos são retirados com um gancho cirúrgico especial. O resultado é imediato e com mínimas cicatrizes.

5. Cirurgia convencional (safenectomia)

A cirurgia aberta de varizes — remoção cirúrgica da veia safena e das tributárias — ainda tem indicação em casos selecionados: varizes muito volumosas, recidivas complexas ou quando as técnicas endovasculares não são viáveis. Requer anestesia raquidiana ou geral e tem período de recuperação mais longo que os procedimentos minimamente invasivos, mas é uma técnica consolidada com décadas de resultados.

Comparativo dos tratamentos

TratamentoIndicação principalAnestesiaInternaçãoRetorno às atividades
Escleroterapia líquidaVasinhos (telangiectasias) e veias reticularesNão necessáriaNãoImediato
Escleroterapia com espumaVarizes de médio calibreAnestesia local leveNão1–2 dias
Laser endovenoso / RadiofrequênciaVeia safena incompetente (tronco principal)Local tumescenteNão1–3 dias
Flebectomia ambulatóriaTributárias varicosas localizadasLocalNão2–5 dias
Cirurgia convencionalCasos complexos / volumososRaqui ou geral1 dia7–15 dias

Varizes na gravidez — como manejar?

As varizes que surgem ou pioram durante a gravidez merecem atenção específica. O tratamento definitivo — seja escleroterapia ou procedimento endovascular — é contraindicado durante a gestação. O manejo nesse período é conservador e focado em aliviar os sintomas e prevenir complicações:

Muitas varizes gestacionais melhoram espontaneamente após o parto — especialmente as que surgiram durante a primeira gestação. O ideal é aguardar 3 a 6 meses após o parto para reavaliação com Doppler antes de planejar qualquer tratamento definitivo.


Quando consultar o cirurgião vascular por causa de varizes?

A dúvida mais comum é: “Preciso tratar as varizes se não estou sentindo nada?” A resposta depende do grau da doença e dos fatores de risco individuais. Como regra geral, recomendo avaliação especializada se:


Perguntas Frequentes sobre Varizes

Varizes têm cura?

As varizes já formadas podem ser tratadas com sucesso — eliminadas por escleroterapia, laser endovenoso ou cirurgia. Mas a insuficiência venosa crônica, que é a doença de fundo, não tem cura definitiva: a predisposição genética permanece, e novas varizes podem surgir ao longo da vida. O tratamento é eficaz, melhora significativamente os sintomas e previne complicações — mas precisa de manutenção com compressão, estilo de vida ativo e acompanhamento periódico.

Varizes são hereditárias?

Sim — fortemente. Se um dos pais tem insuficiência venosa, o risco do filho desenvolver varizes é de cerca de 40%. Se ambos os pais têm, o risco sobe para 80–90%. Isso não significa que o desenvolvimento é inevitável — fatores de estilo de vida (exercício, peso, postura profissional) influenciam muito — mas indica que quem tem histórico familiar precisa de atenção redobrada à saúde vascular desde jovem.

Quem tem varizes pode fazer musculação?

Sim, na maioria dos casos. A musculação fortalece a musculatura da panturrilha — o que, na verdade, ajuda o retorno venoso. A recomendação é usar meias de compressão durante o treino, manter boa hidratação e evitar exercícios que aumentem muito a pressão abdominal (como agachamento com carga muito pesada sem suporte). Exercícios aeróbicos de baixo impacto (caminhada, natação, ciclismo) são especialmente benéficos. Sempre alinhe com seu cirurgião vascular de acordo com o grau da sua doença.

Varizes podem causar trombose?

Indiretamente, sim. A insuficiência venosa crônica compromete o fluxo sanguíneo nas pernas — um dos fatores que contribui para a formação de coágulos. Além disso, a flebite (inflamação de uma variz) pode eventualmente se estender para o sistema venoso profundo, originando uma trombose venosa profunda. Por isso, varizes não são “apenas estéticas” — elas fazem parte de um espectro de doença venosa que merece acompanhamento.

Escleroterapia dói?

A escleroterapia causa desconforto leve — a sensação das pequenas picadas das agulhas e eventualmente uma leve ardência local durante a injeção. Não requer anestesia geral. A maioria dos pacientes tolera bem o procedimento e retorna às atividades normais no mesmo dia. Para varizes de maior calibre, tratadas com espuma, pode haver uma sensação de pressão ou leve dor ao longo da veia nas horas seguintes — geralmente controlada com analgésico simples se necessário.

Depois de tratar as varizes, elas voltam?

As veias tratadas não voltam — uma veia que foi obliterada por escleroterapia ou laser endovenoso é absorvida pelo organismo e não reaparece. O que pode acontecer é o surgimento de novas varizes em outras veias ao longo do tempo, especialmente se a predisposição genética for forte ou se os fatores de risco não forem controlados. Por isso, manter o uso de meias de compressão, fazer atividade física regular e ter acompanhamento periódico são fundamentais para preservar o resultado do tratamento.

Vasinhos e varizes têm o mesmo tratamento?

Não. Os vasinhos (telangiectasias) são tratados com escleroterapia líquida de baixa concentração ou laser de superfície — procedimento muito simples, sem dor significativa. As varizes de médio e grande calibre precisam de avaliação com Doppler para identificar a causa do refluxo e podem necessitar de escleroterapia com espuma, laser endovenoso ou cirurgia. Tratar apenas os vasinhos sem corrigir a veia incompetente que os origina é a causa mais comum de recidiva precoce.

Homens também têm varizes?

Sim, embora com frequência menor que nas mulheres. Estima-se que as varizes afetam cerca de 25-30% das mulheres e 10-15% dos homens adultos. Nos homens, os sintomas tendem a ser menos valorizados — muitos só procuram tratamento quando as complicações já estão presentes (flebite, úlcera, sangramento). Homens com histórico familiar de insuficiência venosa, que trabalham muito tempo em pé ou têm sobrepeso merecem avaliação mesmo sem sintomas evidentes.

Qual é o melhor tratamento para varizes?

Não existe “o melhor tratamento” universal para varizes — existe o tratamento mais adequado para cada caso. Para vasinhos: escleroterapia líquida ou laser. Para varizes do tronco safeno: laser endovenoso ou radiofrequência são o padrão-ouro atual. Para tributárias residuais: escleroterapia com espuma ou flebectomia ambulatória. Para casos complexos ou com anatomia desfavorável: cirurgia convencional. O Doppler venoso pré-tratamento é o mapa que orienta o cirurgião vascular a escolher a melhor estratégia para cada paciente individualmente.

Varizes têm tratamento pelo plano de saúde?

Depende do plano e do grau da doença. Em geral, os planos cobrem o tratamento de varizes com indicação clínica documentada — ou seja, quando há sintomas, complicações ou risco de evolução. Procedimentos puramente estéticos (tratamento de vasinhos sem queixa clínica) costumam não ser cobertos. O Doppler venoso geralmente é coberto pelos planos quando solicitado por médico. Consulte o seu plano para verificar a cobertura específica e, na consulta, o Dr. Dotta pode orientar sobre a documentação necessária para autorização.





🩺 Com ferida que não fecha ou varizes avançadas? Agende avaliação com o Dr. Luís Dotta

Cirurgião vascular e angiologista com mais de 30 anos de experiência em São Paulo. Especialista no tratamento de úlceras venosas, insuficiência venosa crônica, varizes e doenças vasculares. Doppler vascular disponível nas três unidades para avaliação e mapeamento completo do sistema venoso.


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⚖️ Aviso Legal: Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional e não substitui, em hipótese alguma, a consulta médica presencial, o diagnóstico ou o tratamento profissional. Cada paciente é único e os resultados de tratamentos podem variar significativamente de acordo com a condição clínica, resposta individual ao tratamento e adesão às orientações médicas. Consulte sempre um médico para avaliação individualizada da sua condição de saúde.

✍️ Dr. Luís Antonio Dotta | CRM 65772/SP | RQE 28296 | Especialista em Angiologia, Cirurgia Vascular e Cirurgia Cardiovascular | Publicado em: Abil de 206 | Revisado em: Abril de 2026

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