Cateter Vascular: o que é, quais os tipos e para que serve
Ao longo de mais de trinta anos de cirurgia vascular em São Paulo, a implantação de cateteres vasculares é um dos procedimentos que realizo com maior frequência — e também um dos que mais geram dúvidas em pacientes e familiares. “Por que precisa de um cateter?” “Vai doer?” “Fica para sempre?” “Tem risco?” São perguntas legítimas, que merecem respostas claras.
Este artigo explica o que é um cateter vascular, quais são os principais tipos, para que cada um serve, como o procedimento de implantação funciona e qual é o papel do cirurgião vascular nesse processo.
O que é um cateter?
Um cateter é um tubo fino e flexível introduzido dentro de um vaso sanguíneo — geralmente uma veia de grande calibre — para criar um acesso venoso central de longa duração. Diferentemente do acesso venoso periférico comum (o famoso “sorozinho” implantado no dorso da mão ou no antebraço), os cateteres vasculares atingem as grandes veias próximas ao coração, permitindo administrar medicamentos, quimioterapia, nutrição parenteral ou realizar procedimentos como hemodiálise de forma segura e repetida, sem necessidade de novas punções venosas a cada sessão.
A indicação de um cateter vascular surge quando o paciente precisa de acesso venoso por tempo prolongado, quando os medicamentos a serem infundidos são muito agressivos para veias periféricas (como quimioterápicos), ou quando o procedimento exige fluxo sanguíneo de alto volume — como na hemodiálise.

Quais são os tipos de cateter vascular?
Existem vários tipos de cateter, cada um indicado para uma situação específica. Vou explicar os mais relevantes na prática da cirurgia vascular.
1. Port-a-Cath (cateter totalmente implantável)
O Port-a-Cath — também chamado de câmara implantável, portocath ou simplesmente “port” — é o cateter mais frequentemente implantado em pacientes oncológicos. Consiste em um reservatório de titânio ou plástico (do tamanho aproximado de uma moeda grande) conectado a um cateter que vai até a veia cava superior, próximo ao coração.
Esse reservatório fica implantado sob a pele — geralmente na região subclávia, abaixo da clavícula — e não tem nenhuma parte externa visível. Para usá-lo, o profissional de saúde perfura a pele com uma agulha especial (agulha de Huber) que penetra na membrana de silicone do reservatório.
Principal indicação: quimioterapia, imunoterapia e outros tratamentos oncológicos de longa duração. Também usado para nutrição parenteral prolongada e coleta de sangue frequente.
Vantagens: completamente implantado sob a pele, não limita atividades do paciente (incluindo banho e natação), baixo risco de infecção quando bem cuidado, pode permanecer por anos.
2. Cateter Permcath (cateter de longa permanência para hemodiálise)
O Permcath é um cateter de duplo lúmen — dois canais internos — inserido em uma veia calibrosa do pescoço (geralmente a veia jugular interna) ou no tórax (veia subclávia ou femoral), com extremidade na veia cava ou no átrio direito. É projetado para permitir o fluxo sanguíneo de alto volume necessário para a hemodiálise — geralmente 300 a 500 mL por minuto.
Diferente do Port-a-Cath, o Permcath tem uma porção que sai pela pele — chamada de “saída” ou “túnel” — e termina em duas vias externas (vermelha e azul) para conexão à máquina de diálise.
Principal indicação: pacientes com insuficiência renal crônica que precisam de hemodiálise e ainda não têm fístula arteriovenosa funcionante, ou cujas condições clínicas não permitem a criação da fístula.
Limitações: parte externa que requer cuidados diários, risco maior de infecção que a fístula, limitações em atividades aquáticas.
3. PICC (cateter central de inserção periférica)
O PICC (Peripherally Inserted Central Catheter) é um cateter longo e flexível inserido em uma veia periférica do braço — geralmente a basílica ou a cefálica — e avançado até a veia cava superior. Ao contrário dos outros cateteres centrais, não exige cirurgia: é introduzido por punção venosa com guia de ultrassom.
Principal indicação: antibioticoterapia prolongada (como em endocardite ou osteomielite), quimioterapia de médio prazo, nutrição parenteral por semanas a meses.
Vantagens: implantação menos invasiva, sem anestesia geral, pode ser feito à beira do leito.
4. Cateter de hemodiálise temporário (Sorensen / Shilley)
É um cateter de duplo lúmen de uso temporário — geralmente inserido na veia femoral (virilha) ou jugular — para hemodiálise de urgência em pacientes com insuficiência renal aguda ou à espera de um acesso definitivo. Tem duração limitada (geralmente dias a poucas semanas) e risco maior de infecção por sua localização e caráter provisório.
5. Cateter de Hickman e Broviac
São cateteres tunelizados — com um segmento que passa sob a pele em túnel antes de emergir externamente — indicados para infusões prolongadas, como quimioterapia e nutrição parenteral em crianças e adultos. Têm menor risco de infecção que cateteres não tunelizados, mas parte do cateter permanece externa.
| Tipo de cateter | Porção externa? | Duração típica | Principal uso |
|---|---|---|---|
| Port-a-Cath | Não — totalmente implantado | Anos | Quimioterapia, oncologia |
| Permcath | Sim — saída tunelizada | Meses a anos | Hemodiálise crônica |
| PICC | Sim — sai no braço | Semanas a meses | Antibióticos, QT médio prazo |
| Cateter temporário (Sorensen) | Sim — inserção na femoral/jugular | Dias a semanas | Hemodiálise de urgência |
| Hickman / Broviac | Sim — tunelizado | Meses | Quimioterapia, nutrição parenteral |
Fístula arteriovenosa — o acesso definitivo para hemodiálise
A fístula arteriovenosa (FAV) é o acesso definitivo preferencial para pacientes em hemodiálise crônica — superior aos cateteres em durabilidade, fluxo e menor risco de infecção. Merece uma explicação à parte.
A fístula arteriovenosa é criada cirurgicamente — geralmente no antebraço — conectando uma artéria diretamente a uma veia adjacente. Com o fluxo arterial de alta pressão passando para a veia, ela se dilata progressivamente ao longo de semanas, formando uma veia robusta, com paredes espessadas e fluxo abundante, capaz de ser puncionada repetidas vezes para a diálise.
Por que a fístula é melhor que o cateter para hemodiálise?
- Menor risco de infecção: sem porção externa, a fístula não é porta de entrada para bactérias
- Maior durabilidade: uma fístula bem funcionante pode durar décadas
- Melhor fluxo: permite fluxos sanguíneos superiores, com diálise mais eficiente
- Mais conforto: sem parte externa, sem curativos diários, sem restrições para banho
- Menor mortalidade: estudos mostram que pacientes com FAV têm melhor sobrevida que os que dependem de cateter
Idealmente, a fístula deve ser criada com antecedência — antes de o paciente precisar iniciar a hemodiálise — para que haja tempo de maturação (geralmente 4 a 8 semanas). Por isso, quando um paciente com doença renal crônica avançada chega ao consultório, a avaliação para criação de fístula é urgente.
Como é feito o implante de cateter vascular?
O procedimento varia conforme o tipo de cateter, mas vou descrever o mais solicitado no consultório: o implante do Port-a-Cath.
Implante do Port-a-Cath — passo a passo
Antes do procedimento: o paciente deve estar em jejum de pelo menos 4 a 6 horas. Exames de coagulação, hemograma e função renal são solicitados previamente. O procedimento é realizado em ambiente cirúrgico — centro cirúrgico ambulatorial ou sala de procedimentos com fluoroscopia (raio-X em tempo real).
Anestesia: geralmente anestesia local com sedação leve. Não é necessária anestesia geral na maioria dos casos — o paciente fica acordado mas confortável, sem sentir dor.
O procedimento: o cirurgião vascular faz uma pequena incisão abaixo da clavícula para criar uma loja subcutânea onde o reservatório será alojado. Um segundo acesso — geralmente por punção venosa guiada por ultrassom da veia jugular ou subclávia — permite a passagem do cateter até a veia cava superior. A posição correta da ponta do cateter é confirmada por fluoroscopia. O reservatório é então conectado ao cateter e fixado no tecido subcutâneo. As incisões são fechadas com pontos.
Duração: aproximadamente 30 a 60 minutos.
Após o procedimento: o paciente recebe alta no mesmo dia na maioria dos casos. Uma radiografia do tórax confirma o posicionamento correto. O cateter pode ser utilizado já nas primeiras horas após a implantação, assim que o edema local reduz.
Implante do Permcath
O Permcath é inserido sob guia de ultrassom na veia jugular interna ou subclávia, com o cateter tunelizado sob a pele do tórax até a saída definitiva. O procedimento também é realizado com anestesia local e sedação, em ambiente cirúrgico. Dura 30 a 45 minutos e permite alta hospitalar no mesmo dia ou no dia seguinte.
Qual médico faz o implante de cateter vascular?
O implante de cateteres vasculares centrais — Port-a-Cath, Permcath, cateteres tunelizados — é realizado pelo cirurgião vascular. É uma das competências centrais da especialidade, que requer domínio de anatomia venosa, técnica de punção guiada por ultrassom, fluoroscopia e manejo de complicações vasculares.
Em alguns hospitais, cirurgiões gerais ou radiologistas intervencionistas também realizam esses procedimentos. No contexto ambulatorial, o cirurgião vascular é o especialista que concentra tanto a indicação quanto a técnica cirúrgica do procedimento.
A criação da fístula arteriovenosa para hemodiálise é exclusiva do cirurgião vascular — envolve microcirurgia vascular e conhecimento profundo da anatomia e função dos vasos do antebraço e do braço.
Cuidados com o cateter vascular
O cuidado adequado com o cateter é fundamental para evitar infecções e prolongar sua vida útil. As orientações variam conforme o tipo, mas existem princípios comuns a todos:
Port-a-Cath
- Não requer curativos entre os ciclos de tratamento — apenas a cicatriz da implantação, que cura em 10 a 15 dias
- Banho normal liberado após cicatrização — o reservatório fica completamente sob a pele
- Deve ser “lavado” (flush com soro heparinizado) a cada 4 a 8 semanas quando não está em uso ativo — procedimento feito pela equipe de oncologia ou enfermagem especializada
- Informar sempre todos os profissionais de saúde que você tem o dispositivo implantado
- Sinais de alerta: dor local, vermelhidão, inchaço, febre sem causa aparente — procurar avaliação imediata
Permcath e cateteres externos
- Curativo do local de saída deve ser trocado conforme orientação da equipe — geralmente a cada diálise ou a cada 48 horas
- Nunca molhar o local de saída — banho deve ser feito com proteção impermeável
- As vias externas (conector vermelho e azul) devem ser mantidas com tampas estéreis quando não estão em uso
- Nunca manipular as conexões sem luvas e materiais estéreis
- Sinais de alerta: febre, calafrios durante a diálise, vermelhidão ou secreção no local de saída — comunicar imediatamente a equipe
Complicações dos cateteres vasculares
Como todo procedimento médico, o implante e o uso de cateteres vasculares têm riscos que precisam ser conhecidos — não para assustar, mas para que o paciente e a família saibam identificar sinais precoces e agir rapidamente.
Complicações imediatas (no implante)
- Pneumotórax: ar entre os pulmões e a parede torácica, possível quando a veia subclávia é puncionada. Ocorrência rara com uso de ultrassom. Detectado na radiografia pós-procedimento
- Hematoma local: sangramento no local de inserção — controlado na maioria dos casos com compressão
- Mau posicionamento do cateter: extremidade do cateter fora da posição ideal — corrigida antes do término do procedimento por fluoroscopia
Complicações tardias (durante o uso)
- Infecção: é a complicação mais frequente e mais grave. Pode ser local (no túnel ou no bolso do reservatório) ou sistêmica (bacteremia — bactérias na corrente sanguínea). Manifesta-se com febre, calafrios, vermelhidão local. Exige antibióticos e, nos casos graves, remoção do cateter
- Trombose do cateter: formação de coágulo dentro ou ao redor do cateter, que bloqueia o fluxo. Manifesta-se pela incapacidade de infundir ou aspirar pelo cateter. Tratada com fibrinolíticos locais ou substituição do dispositivo
- Trombose venosa profunda: coágulo na veia onde o cateter está posicionado. Pode causar inchaço no braço ou pescoço ipsilateral. Requer anticoagulação
- Migração ou fratura do cateter: rara, mais descrita em Port-a-Cath após longa permanência. Detectada por radiografia
O risco de complicações é significativamente reduzido com técnica cirúrgica adequada, uso de ultrassom para punção e cuidados rigorosos de manutenção. Por isso, a escolha do serviço e do cirurgião é importante.
Perguntas Frequentes sobre Cateter Vascular
O cateter dói durante a implantação?
O procedimento é realizado com anestesia local e sedação leve na maioria dos casos — o paciente fica acordado e confortável, sem sentir dor. Pode haver uma sensação de pressão durante algumas etapas, mas dor intensa não é esperada. Após o procedimento, é normal sentir desconforto e sensibilidade no local por alguns dias, controlados com analgésicos comuns. Se a dor for intensa ou piorar após o primeiro dia, informe sua equipe médica.
Posso tomar banho com cateter?
Depende do tipo. O Port-a-Cath é totalmente implantado sob a pele — após a cicatrização (cerca de 10 a 15 dias), o banho é completamente liberado sem restrições, inclusive piscina e mar. O Permcath e cateteres externos têm porção que sai pela pele e não pode ser molhada: o banho deve ser feito com proteção impermeável (plástico filme ou cobertura específica) até que o cateter seja retirado. Siga sempre as orientações específicas da sua equipe assistencial.
Quanto tempo o cateter fica implantado?
O Port-a-Cath pode permanecer por anos — enquanto o paciente estiver em tratamento e o dispositivo estiver funcionando adequadamente. Há relatos de cateteres funcionantes por mais de 10 anos. O Permcath tem duração de meses a anos, dependendo da necessidade do paciente. Cateteres temporários de hemodiálise (Sorensen, Shilley) são removidos em dias a semanas. O PICC permanece por semanas a poucos meses. A retirada é sempre uma decisão médica baseada no término do tratamento ou em complicações.
O que é port-a-cath e para que serve?
O port-a-cath é um cateter totalmente implantável — um reservatório de titânio implantado sob a pele, geralmente abaixo da clavícula, conectado a um cateter que vai até a veia cava superior. É usado principalmente em pacientes oncológicos para administração de quimioterapia, imunoterapia e outros medicamentos que seriam agressivos para as veias periféricas. Também permite coleta de sangue repetida sem novas punções. A grande vantagem é ser completamente interno — sem porção externa, o paciente pode realizar atividades normais, inclusive atividades aquáticas.
Fístula ou cateter para hemodiálise — qual é melhor?
A fístula arteriovenosa é o acesso definitivo preferencial para hemodiálise crônica — superior ao cateter em durabilidade, fluxo sanguíneo, risco de infecção e sobrevida do paciente. Os estudos mostram consistentemente menor mortalidade em pacientes dializados por fístula do que por cateter. O cateter de hemodiálise (Permcath) é indicado como acesso temporário enquanto a fístula está sendo criada e amadurecendo, ou para pacientes que não têm condição clínica para criação da fístula. Idealmente, a fístula deve ser planejada com antecedência para evitar que o paciente precise começar a diálise por cateter.
O cateter no pescoço é perigoso?
O cateter inserido na veia jugular (pescoço) é um procedimento estabelecido e seguro quando realizado por cirurgião treinado com guia de ultrassom. As principais preocupações são o risco de infecção (que aumenta com o tempo de permanência e uso inadequado) e o desconforto da região. O cateter de hemodiálise temporário no pescoço deve ser substituído pelo cateter tunelizado (Permcath) ou pela fístula o mais rápido possível, pois o cateter não tunelizado tem maior risco de complicações infecciosas.
Cateter vascular pode causar trombose?
Sim — a presença de um cateter dentro de uma veia é um fator de risco para trombose venosa local. O cateter é um corpo estranho que ativa a cascata de coagulação na parede da veia onde está posicionado. Além disso, pode haver trombose dentro do próprio cateter (obstrução). O risco é maior em cateteres de longa permanência, pacientes oncológicos (que já têm estado de hipercoagulabilidade) e cateteres mal posicionados. O uso de anticoagulantes profiláticos em pacientes de alto risco pode ser indicado pelo médico.
Como é criada a fístula para hemodiálise?
A fístula arteriovenosa é criada cirurgicamente pelo cirurgião vascular, geralmente com anestesia local ou bloqueio de plexo, em procedimento ambulatorial que dura 30 a 60 minutos. A técnica mais comum conecta a artéria radial à veia cefálica no antebraço. Após a cirurgia, a veia recebe fluxo arterial e se dilata progressivamente — processo chamado de maturação, que leva 4 a 8 semanas. Durante esse período, o paciente pode usar um cateter temporário para hemodiálise se necessário. A avaliação prévia com Doppler vascular dos vasos do antebraço e braço é fundamental para planejar a cirurgia.
Qual médico implanta cateter vascular?
O implante de cateteres venosos centrais — Port-a-Cath, Permcath e cateteres tunelizados — é realizado pelo cirurgião vascular. Em hospitais, cirurgiões gerais e radiologistas intervencionistas também podem realizar esses procedimentos. A criação de fístula arteriovenosa para hemodiálise é exclusiva do cirurgião vascular. Em São Paulo, o Dr. Luís Dotta realiza implante de Port-a-Cath, Permcath e criação de fístula arteriovenosa nas três unidades de atendimento.
Preciso de internação para implantar cateter?
Na grande maioria dos casos, não. O implante de Port-a-Cath, Permcath e fístula arteriovenosa é realizado em regime ambulatorial — o paciente chega, faz o procedimento e recebe alta no mesmo dia, após período de observação de 1 a 2 horas. Em pacientes com condições clínicas mais complexas (coagulopatias graves, instabilidade hemodinâmica), pode ser necessária internação. O procedimento em si é rápido e minimamente invasivo quando realizado por cirurgião experiente.
Agende sua Consulta com Dr. Luís Dotta
Implante de Port-a-Cath, Permcath e fístula arteriovenosa em 3 unidades em São Paulo:
🏥 Lapa — Zona Oeste
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🏥 Vila Maria — Zona Norte
Rua Diamantina, 539 — Vila Maria
🏥 Santo Amaro — Zona Sul
Rua Joaquim Guarani, 286 — Jardim das Acácias
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⚖️ Aviso Legal: Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional e não substitui, em hipótese alguma, a consulta médica presencial, o diagnóstico ou o tratamento profissional. Cada paciente é único e os resultados de tratamentos podem variar significativamente de acordo com a condição clínica, resposta individual ao tratamento e adesão às orientações médicas. Consulte sempre um médico para avaliação individualizada da sua condição de saúde.
✍️ Dr. Luís Antonio Dotta | CRM 65772/SP | RQE 28296 | Especialista em Angiologia, Cirurgia Vascular e Cirurgia Cardiovascular | Publicado em: Abril de 2026 | Revisado em: [DATA]